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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Concertos

Esta vai ser difícil, mas vou tentar... Neste período de tempo sem dar aqui notícias fui a vários concertos, o que será difícil de me lembrar de todos. Pelo menos os mais memoráveis ou recentes...

Sigur rós: Coliseu do Porto, há 1 ou 2 anos... Sigur rós, uma das minhas bandas de eleição que me fazem levitar com as suas musicas do divino. 



The National: em Madrid dia 30 Outubro de 2014, esta data não me esqueço, foi o dia que deixei de trabalhar no call center... Grande concerto, com abertura de The Kooks.



Bob Dylan: Madrid em final de Junho ou início de Julho deste ano. Foi presente de aniversário do Pedro. O pobre Bob é uma sombra da força criativa que foi. Há que dar valor pois com a sua idade avançada deu um concerto de 2h, mas não é nem de perto nem de longe o melhor concerto qye vi.



Divine Comedy: Madrid em Julho. Grande, grande, grande... Pelo tremendo concerto que dão, pela naturalidade, pelo espaço envolvente (ao ar livre num jardim) e pelo público, coloco este concerto sem duvida no meu top3.




terça-feira, 13 de agosto de 2013

Color Run

Dia 15 de Junho, equipada para a Color Run. Não sabis muito bem o que esperar daquilo, da chamada corrida mais feliz do mundo. Como sou bastante contida não estava com grandes expatactivas, mas na realidade foi bem mais giro do que aquilo que imaginei. 5 km feitos numa hora com muita cor, muita musica e muitas gargalhadas pelo meio. Se houvesse prémio para melhor nome da equipa, esste teria de vir para nós sem qualquer duvida. Aqui fica a equipa "Vitela Assada à moda de Fafe": - Eu - Mano, Carlitos - Cunhadita, Leninha - Nádia - Aline - Rita - Tânia - Leninha - Cátia - João - Ana João

Optimus Primavera Sound 2013

Mais um ano, mais um Primavera, de 30 de Maio a 1 de Junho. Se no ano passado surpreendeu pela positiva, este ano ficou muito aquém. Com bandas menos sonantes, com um cartaz fraquinho, principalmente quando se compara com o de Barcelona. Mas enfim, no final de contas preferi estar ali do que não estar. O grupo era tão grande ou maior do que no ano passado. Blur deram um concerto muito bom, e Grizzly Bear era a minha banda preferida de todo o programa e Nick Cave, um senhor ao nível dos melhores a dar um grande concerto e a relembrar porque o ouço há tanto tempo. Para o ano há mais, a ver vamos se irei...

The eels @ Madrid

Ora, vamos lá por isto em dia. É uma vergonha, mas estamos em Agosto e eu a actualizar o mês de Abril!!!!
28 de Abril, uma banda muito esperada para ver ao vivo. Como a digressão não passava em Portugal, lá tive eu de ir a Madrid para ver. A sala Riviera cheia para ver uma banda com barbudos seguidores. São verdadeiros artistas em palco, muito divertidos e com o à vontade de quem anda nisto à muitos anos. Os unicos e inconfudíveis The eels.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

WRC Portugal 2013

Se Maomé não vem à montanha, vai a montanha até Maomé...
Realmente o rally no norte deixa um certo sentimento de nostalgia e até de magia, mas uma vez que não anda por cá, seremos nós a ter de rumar ao outro extremo de Portugal. 2h da manhã, carro cheio comigo, com o meu mano, os manos Santana e o Né e rumo ao Algarve. 3 dias de pura emoção, de levantar cedo, de correria apenas com um objectivo.... ver aquelas maravilhosas máquinas a deslizarem pela terra. Ainda hoje não sei porque gosto tanto disto, talvez pela beleza dos carros, pelo som do motor, pela condução... sei lá, talvez por tudo isso, é dificil de explicar. Como brinde destes fantásticos dias, uma foto com o Hirvonen, que tal como descrevi, nunca foi o favorito, mas sempre foi o meu preferido...



Fafe Rally Sprint

Com isto da preguiça, já lá vão 4 meses sem escrever no blog... agora a tarefa é mais complicada, mas vai ter de ser...
Então, dia 6 de Abril, sendo dia de rally em Fafe, impõe-se a tradição de preparar mochila e trepar o monte madrugada dentro. Se para os novatos é dificil compreender porque acordar tão cedo e esperar meia duzia de horas para ver alguns carros passarem, a verdade é que para um amante deste desporto essa é uma pergunta parva. Foi assim, uma vez mais o pó nas serras de Fafe, o belo do barulho dos motores e as mãozinhas de pilotos que nasceram mesmo para isto... Este ano foram 120 mil pessoas, a ver vamos como é no próximo ano...



segunda-feira, 22 de abril de 2013

Ludovico Einaudi @ Casa da Musica

Sem duvida nenhuma, um dos concertos mais esperados por mim desde 2006, ano em que pela primeira vez ouvi este compositor e nunca mais larguei. Dia 23 de Março, na companhia perfeita para este concerto, o meu pai, fomos até ao Porto para nos encantarmos com este fabuloso concerto. Casa cheia, num tenebroso silêncio para permitir que ou ouvidos apanhassem a mais suave nota que brotava do piano. Um excelente concerto com um dos melhores compositores dos nossos tempos.

O que se passou por lá, foi qualquer coisa como quase 2h deste maravilhoso ambiente.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Beach House @ La Riviera

Depois de ver esta banda que tanto ouvi nos ultimos anos no Primavera Sound em 2012, desta vez tive parte da mesma companhia, o Pedro, a Lola e o Jude mas num país diferente...Na capital espanhola. Com a abertura a cargo do americano Marques Toliver acompanhado do seu violino, Beach House subiu ao palco uma hora depois. Com uma ampla sala, que infelizmente não foi desenhada para pessoas baixas, lá tive de ficar no fundo a esticar constantemente o pescoço. Em relação ao concerto, foi o que se esperava. Um fundo simples e pouca luz em palco. O som limpo e impecável como esta banda já nos habituou. Já não posso dizer o mesmo em relação ao tempo que tocaram, apesar de tocarem todos os sucessos, 1h de concerto é um escândalo, apesar de depois ter um encore com 3 musicas. De resto, começo a desistir de ver concertos em Espanha. Depois de uma experiência terrível com Sigur rós, desta vez pensei que os espanhois se iam controlar um pouco mais, mas o facto de pagarem 30 euros para ver um concerto não os impede de passar todo o tempo a falar alto, a berrar e até andarem ao moche. Esperemos que dis 28 as coisas corram melhor.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Festival para gente sentada

8 de Março, Cine Teatro António Lamoso. Companhia, Guida ao lado, Tânia e Leninha na fila atrás.
9h em ponto e começa com o primeiro concerto de Little Friend. O nervosismo por ser concerto de estreia era evidente, mas a surpresa foi boa. Bom som, destacando-se a bateria. Prevejo um bom futuro para esta banda.
emmy Curl, que apesar de conhecer algumas musicas, fiquei pasma ao perceber que eram de Portugal, mais propriamente de uma cidade que me é muito querida, Vila Real. Um cenário estonteante, com um gigantesco candeeiro pendurado no tecto, uma indumentária a lembrar Pierrot e uma voz incrivelmente bela. Três pessoas em palco, umas peripécias pelo meio quando falhou o computador, e a dança do chico que entreteu enquanto se esperava o reiniciar o computador. O nervosismo de emmy era evidente, mas a partir do momento em que começava a cantar parecia que eu entrava num estado de transe. Começando com musicas bastante calmas, acabou em grande com um cheirinho de electrónica que encaixou bem no meu ouvido. O auge do concerto foi um belo cover de "Maio maduro Maio" do grande Zeca Afonso. Foi um arrepio na espinha do inicio ao fim. Já vi muitos concertos de portugueses, e arrisco-me a dizer que foi o que gostei mais. Só posso desejar a maior sorte a esta banda, porque talento é coisa que não falta.
Mélanie Pain, ex integrante dos Nouvelle Vague, pisou o palco num mini vestido que foi o mote para o resto do concerto, especialmente em "Just girls" dedicada às raparigas de mini saia e saltos altos. A influência da antiga banda era visível, parecendo mesmo que em algumas musicas estávamos a ouvir Nouvelle Vague. Para mim, e numa opinião muito pessoal não gostei. Desde o primeiro acorde que não me conquistou, nem a musica nem a própria actuação em palco. O unico momento que achei agradável foi aquando do cover "Boys and girls" dos Blur.
Já após a meia noite, altura do rei na noite subir a palco. Patrick Watson que imaginava uma personalidade introspectiva e mente atormentada, era afinal uma pessoa extremamente descontraída e divertida contrastando com o tipo de musica que compõe. Palco com pequena luzes, piano a um canto e som de embalar e enterrar o corpo na cadeira. Se as musicas eram deprimentes, as conversas eram bastante animadas, especialmente o riso dele que não me sai da cabeça por ser o mais esgraçado que ouvi até hoje. Bom, muito bom concerto, aliás, menos não esperava.

Depois de em 2007 ter visto Sparklehorse e Ed Harcourt (pena Emiliana Torrini ter cancelado no dia), foi bom voltar 6 anos depois...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Sigur rós @ Coliseu Porto

Adoro por demais esta banda vinda da Islândia. Apesar de os ter visto no ano passado no D-Code fest em Madrid, sempre disse que verdadeiramente a primeira vez que iria ver esta banda seria no dia 13 de Fevereiro no Coliseu do Porto. Isto porque sigur rós têm de ser vistos num ambiente próprio, e um festival de todo não é o ambiente certo. Bem, com a Leninha e o Luís ao lado, a outra Leninha e a Tânia em baixo na plateia vi um dos melhores concertos de sempre. Arrepiante, épico, transcendente, eram palavras que ouvia do publico no final do concerto. Costumo dizer que há duas maneiras de chegar ao céu, uma delas é andar de avião, outra ºe ouvir sigur rós. E durante 2h andei lá em cima... muito... Há concertos que se vêm uma vez e chega, outros, como este é de ver em todas as oportunidades que apareçam.

Patrick Wolf @ Casa Artes Famalicão

Sexta feira, 26 de Janeiro. Uma noite fria na qual fiz questão de pegar no carro e fazer sozinha alguns quilometros para ver ao vivo um concerto acustico em Famalição. O escolhido foi Patrick Wolf, um artista que apesar de não conhecer a sua carreira a fundo nem acompanhar o seu percurso, sabia pelas poucas musicas que conhecia dele que valia a pena fazer 90km para o ver ao vivo. E na verdade, apesar de não saber muito bem com o que contar, gostei muito. Um piano, uma harpa, um acordeão, viola, flauta e violino em palco, o cenário para quase 2h enterrada na cadeira a deliciar os ouvidos e a visão naquele concerto tão intimista.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

DCode Fest

Fecho oficial das férias 2012. Começar com uma festival no Porto (Primavera Sound) a ouvir entre outras bandas Kings of Convenience, e acabar num festival em Madrid a ouvir a mesma banda. Das quatro bandas que me puxaram a ir ao festival, Sigur Rós era sem duvida nenhuma a prioridade. Além destes ainda vi dEUS, Kings of Convenience e Justice. Bem, Kings of Convenience, mais uma vez foi para ver e ouvir sentada na relva, dEUS não gostei, Sigur Rós foi um tormento... umas das minhas bandas de eleição, e vi no meio de espanhóis bêbados que não se calaram durante todo o concerto. Irreitei-me, lameitei-me e finalmente aceitei que tinha de ver naquelas condições. Justice foi bom para acabar a noite. Mas a grande surpresa veio mesmo à saída do festival, quando reparei numa figura alta e loira a segurar um papel onde dizia "t-shit 20€". Nem mais nem menos que um dos mentores de Kings of Convenience. Umas palavras e finalmente um abraço pedido por ele. Nem acreditei quando ele se virou para mim com um simpático sorriso na cara e disso "can I give you a hug?". Bem, brutal e inesquecível!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Primavera Sound

Um dos mais esperados festivais... O Primavera Sound. Pulseira laranja no pulso que me garantia a entrada para os 4 dias, presente fantástico de Natal vindo diretamente da Suiça.
Começou na quinta, com uma ameaça de chuva. Eram 19 horas e estava eu a entrar no recinto, pronta para o que viria a ser o melhor festival que assisti até hoje. Ambiente tipicamente europeu, onde a língua portuguesa se misturava com os mais variados idiomas e a média de idades, felizmente se situava à volta dos trintas. Por várias vezes senti-me num país algures, fora de Portugal. A chuva lá acabou por aparecer no Sábado, dia em que devido ao jogo da seleção nacional, só fui para o recinto por volta das 22h, coincidindo com a paragem da chuva.

Concertos vistos: Atlas Song, sentadinha na relva; o meu querido Yann Tiersen, sentada na mantinha ao por do sol; The Drums, banda da qual não sou grande fã e aproveitei para ir jantar alguma coisa, Suede, Mercury Rev, bandas também das quais não sou grande fã e estive deitada na relva a descansar um pouco, e a fechar o primeiro dia, uma boa supresa, os The Rapture.

Sexta comecei com um bom concerto no palco quatro, os Other Lives. No final, um saltinho a Yo La Tengo e The War on Drugs que também gostei destes ultimos. Mais uma vez, mantinha na relva e por do sol a ver desta vez Rufus Wainwright. Depois, mais um saltinho a Flaming Lips e Codeine, que acabei por trocar por Black Lips. Depois, Wilco e Neon Indian, palco este do qual já não arredei à espera dos incomparáveis Beach House. Saída deste palco para o palco Optimus para acabar a noite em grande com M83.

Sábado, já com as baterias a meio, começo por dar uma volta pelo recinto para ouvir The weeknd e Lee Renaldo, para pouco depois montar barraca à espera dos Kings Of Convenience. Depois, Saint Etienne, e dez minutos depois troquei-os por Washed Out com ambiente bem animado. Acabar com uma desilusão que foram os The XX. A banda não esteve à altura do publico presente, com um album tão bom como o deles, têm obrigação de dar mais energia ao vivo. Não pagaria para ver um concerto deles.

Domingo, ultimos cartuchos para o Hard Club. Nada como uma francesinha na ribeira e depois ouvir um concerto. Infelizmente, You can´t win Charlie Brown e Veronica Falls estava lotado, e só restou Julie & the carjackers. Findo isto, despedi-me de um fantástico festival.

Melhores momentos: Como grande fã de Yann Tiersen, adorei o concerto. Beach House, por também ser uma grande admiradora, e pelo bom concerto que deram. M83, pela energia contagiante. Kings of Convenience, pela descontração e boa disposição, assim como pelo ambiente acolhedor que conseguiram criar mesmo estando a tocar para uma imensidão. Incrivel como aqueles dois com duas violas em palco conseguem contagiar 20 mil pessoal, ao ponto de se levantarem e começarem aos saltos. Por outro lado, por duas vezes quase me vieram as lágrimas aos olhos, a primeira foi quando dedicaram uma musica a quem está numa grande metrópole fora de Portugal (a razão é mais que óbvia), e a segunda ocorreu aquando de um sussurro de uma mensagem antiga de título Guebah. Outra razão para ter sido um festival inesquecivel foi a excelente companhia destes dias, desde o Pedro, Tania, Leninha, Luís, Joana, a comitiva estrangeira, Lola e Jude, até ao pessoal que ía variando conforme o dia.

Geralmente, quando se vai a festivais, recebe-se porta chaves, bonés e coisas do género. Raramente trago estes objectos, pois sei que o destino final é lixo, por isso, mais vale nem pegar.  Tanto a mantinha/saco como o impermeável distribuídos são práticos, bonitos e já estão guardados à espera de um uso futuro.

Imperdoável: não haver café no recinto, colocarem Beach House no palco mais pequeno e os M83 tocarem menos de uma hora.

Concluindo: foi óptimo, correu muito bem e é de repetir. E para o ano, se possível, é para lá estar novamente.



sábado, 7 de janeiro de 2012

O lago dos cisnes


Podia começar o ano com qualquer espetáculo, mas não foi qualquer um. Foi com o Lago dos Cisnes pelo Ballet Nacional Russo no Coliseu do Porto. Andava na ultima semana completamente viciada em musica clássica, principalmente em Tchaicovsky, e nem de propósito aparece uma obra dele aqui tão perto. Uma das ultima vezes que tinha ido ao Coliseu foi para ver Cats que foi estrondoso e desta vez não sabia o que esperar. Tinha alguns fatores a favor: o fato de adorar o compositor, de adorar ballet uma vez que já o pratiquei e foi com muito lamento meu que tive de deixar e por ser o ballet que mais queria ver. No entanto, também sabia que o espetáculo não iria estar no seu máximo esplendor, por não iria ter orquestra, o meu lugar não era o melhor e o palco pequeno. De qualquer forma gostei muito do que vi, a graciosidade das bailarinas é brilhante e os atos II e IV lindíssimos.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

El junco jazz club


Poucas são as vezes que ponho um post sobre bares e clubes, mas quanto a este tenho mesmo de abrir uma excepção. Saio do concerto de Angus & Julia Stone e nem imaginaria que iria cair num outro concerto formidável. El junco é daqueles clubes que só entra quem realmente gosta de musica ou então vai totalmente enganadinho. Tenho a sorte de conhecer uma pessoa que sabe indicar muito bem locais para beber um copo, e esta indicação foi de longe a melhor de todas. Um pequeno bar, que nesse dia tinha Blues Jam com Alex Caporuscio Band. A ideia de ter apenas um homem fixo no palco com uma guitarra na mão, e no final de cada musica iam rodando os restantes, bateria, baixo e guitarra. Ao primeiro acorde todos faziam musica, musica a serio, sem nunca antes terem tocado em conjunto, nem ao menos se conhecerem. A energia é tão boa e a musica tão genuína. Podiam sair sons de acordes desalinhados, mas por incrível que pareça, tudo sai tão perfeito... aquilo sim, é musica. E não, não é daqueles clubes jazz onde a média de idades é superior a 50 anos e a entrada é elitista, em que se conversa nas mesinhas e quase nem se liga à musica, é um verdadeiro club jazz em que toda a gente está de pé a ver e ouvir o que se faz enquanto vai balançando o corpo. Não fosse só pelo ambiente fantástico, a companhia... Adorei, adorei mesmo... Foi sem qualquer duvida uma excelente maneira de passar a minha ultima noite de férias de Páscoa...

Angus & Julia Stone

24 de Abril, Madrid, sala Ramdall Music Live 21h30m, cheiro a incenso no ar e os irmãos Stone a actuar para uma pequena audiência.
O cenário: Entro na sala pouco iluminada, e toda a pequena multidão sentada no chão em frente ao palco. Julia descalça, com um simples vestido pelos pés, Angus com aspecto desleixado. Palco escuro, com pequenas luzes de fundo, uma bateria, um órgão, uma guitarra, uma viola, um violoncelo e um trompete decoram o palco. A voz de Julia é divinal, muito melhor do que em gravações, posso dizer que foi a melhor voz feminina que ouvi ao vivo até agora. Tudo o resto foi mágico. Um concerto que vi e vivi sozinha, mas que ficará na memória.
Para recordação, fica a musica que mais gostei ao vivo e a mais entoada.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Portalegre JazzFest


Um pequeno passeio por Portalegre, e eis que dou de caras com o cartaz do Portalegre JazzFest. Uma vista de olhos rápida deu para perceber que nesse mesmo dia havia espectáculos agendados. Ora, posto isto, era inevitável não aparecer... 2 bilhetes na mão, com oferta de 2 cd´s, petiscos e prova de vinhos (inacreditável).
Dos dois espectáculos, a vitória foi sem dúvida para uma banda americana de nome "Mostly other people do the killing", com bom som, energético, experimental e contemporâneo. Talvez não o jazz a que esteja habituada a ouvir, mas sem dúvida muito agradável.
O que seria um simples passeio numa tarde chuvosa, revelou-se um óptimo serão... bom jantar e grande concerto, e tudo isto na melhor das companhias. É bom quando coisas boas acontecem quando não estamos à espera :)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Noiserv

"Clara, Sexta no Vila Flôr, vais adorar... Noiserv". Palavras da Leninha... e tinha razão! Um cantor que tinha conhecido fazia pouco tempo e já era prioridade ver. Sexta rumei então com a Leninha a Guimarães para ver o concerto... Apenas uma pessoa em cima do palco a fazer musica com muita imaginação com os mais incríveis objectos. Aconselho...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

U2 Coimbra

Confesso que não sou a maior fã dos U2, apesar de concordar que são a maior banda da actualidade. Com um bilhete quase caído do céu para os ver no dia 2 de Outubro, a ida ao concerto era obrigatória. Mais do que pelas musicas, o espectáculo teria de ser no mínimo fantástico. Ao sair do estádio não vinha nada desiludida, muito pelo contrário. Gostei imenso de todo o concerto... pelas musicas, pela atitude da banda, pelos apelos às causas humanitárias, pelo som, pelo enormíssimo palco e finalmente, pelo maravilhoso público presente. Foi uma noite bem passada :)

domingo, 5 de setembro de 2010

Arcade Fire @ Xacobeo

Uma banda que tanto gosto ao vivo aqui mesmo ao lado. Perder o concerto seria impensável. Beijinho à Leninha e ao João que comigo foram até terras de Santiago de Compostela.