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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Adeus Portugal

Portugal é o meu lar... 

Com um futuro incerto em Portugal e com o Pedro em Madrid, era já tempo de tomar uma decisão... Arriscar, começar do zero uma carreira profissional. 

A escolha de Madrid era óbvia e simples, não se compara a chegar sozinha a um país sem conhecer ninguém e procurar emprego. Bastaram 2 meses a enviar CV para Madrid para ser chamada a uma entrevista. Nem de perto nem de longe era um emprego de sonho, mas era algo... era um trabalho e era um começo. Além disso, não era exigido espanhol e era a oportunidade de conseguir os documentos para ser residente em Espanha. Contactada numa terça em meados de Junho, quarta estava no carro com mala cheia de roupa (no caso de conseguir o emprego...) e quinta na entrevista. Correu bem, se bem que para trabalhar em chat num call center não seja necessário um doutoramento. E assim foi, na semana seguinte começo a trabalhar num emprego que detestei, mas que me pagava as contas ao final do mês e que permitiu conhecer pessoas que ainda hoje saio para beber uma cerveja. Até final de Outubro, basicamente madrugava e lá ía eu de metro 1h até chegar ao emprego... Entretanto fiquei sem emprego, mas a verdade é que já estava pelos cabelos daquilo... 

Recomeçar... enviar CV, agora talvez um pouco mais fácil por já ter todos os documentos espanhóis. 

Um mês depois sou contactada para ir a uma entrevista. 300 pessoas para uma vaga de marketing numa empresa de biotecnologia. Lá vou eu, tranquila da vida sem saber muito bem o que me esperava e sem saber sequer se a empresa era decente ou não, uma vez que na oferta não tinha o nome. Entrando no hall, percebe-se de imediato que isto está a anos luz de um call center. Primeira entrevista check, segunda entrevista check, testes check... finalmente, ultima entrevista check. Confesso que conforme ía avançando e conhecendo melhor a empresa, por vários momentos duvidei que conseguisse. Isto por várias razões. A primeira é que seria um emprego a sério, coisa que com 34 anos e depois de nunca ter conseguido trabalhar mais de 12 meses seguidos se começa a duvidar da sorte. A segunda é que era muita gente a concorrer, e de certeza tão ou mais competentes que eu, só me restava uma coisa... esperar que gostassem de mim, não pelo experiência (que em marketing era zero), não pela competência, mas sim pela pessoa que sou... Numa sexta feira... JACKPOT... Recebo um telefonema a dizer que começava a trabalhar na semana seguinte, nem mais nem menos 22 de Dezembro... Entretanto passaram 8 meses, e se há pequenas coisas que não gosto, no geral posso dizer que sou uma grande sortuda pelo emprego e companheiros que tenho, além da estabilidade profissional que tudo indica que terei, coisa que até agora nem sonhara. Aos 34 anos, soube pela primeira vez na minha vida o que é estar nos quadros... 

Entretanto, com esta estabilidade, assim como a do Pedro, era altura de procurarmos uma casinha para nós... Conseguimos uma muito catita com 2 quartos, mais que suficiente para nós. Se a piscina era obrigatória, o ginásio no condomínio foi um bónus. 

Fazendo o balanço deste ano e meio, posso dizer que as coisas acabaram por correr muito bem... Por vezes recomeçar do zero é mesmo o melhor.

Ressuscitando o blog

Quase 2 anos depois decidi recuperar este meu pequeno espaço. Isto porque ocorreram acontecimentos bastante interessantes na minha vida que posteriormente, daqui a uns bons tempos, sei que irei gostar de ler e relembrar algumas coisas que sem estarem escritas, o mais provável é que ficariam no esquecimento.

Na última publicação tinha 33 anos, era uma professora desempregada a viver em Fafe, à espera todas as semanas por uma colocação em escolas que nunca chegou. Conhecia grande parte da Europa e tinha na bagagem 2 viagens à Ásia. Namorava com o Pedro, o que implicava bastantes viagens a Madrid. Por Fafe, ía tomar um café no final de almoço e jantar ao Jovs, onde se davam duas de treta, lia-se o jornal e pouco mais. Em casa, o tempo era passado em frente ao computador a procurar emprego, enviar CV com pouca esperança de serem abertos e ver umas séries. 

 Hoje, 25 de Agosto de 2015, com 35 anos cumpridos recentementes as coisas são bastante diferentes. Tal como muita gente abandonei o país. Vivo com o Pedro numa casa muita catita em Madrid. Troquei o ensino de Portugal por marketing em Espanha. As viagens de fim de semana são agora feitas a Fafe. E finalmente na bagagem, adicionei um continente que muita ansiava... África. 


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

2012

Disse que 2010 foi o melhor ano de sempre, repeti em 2011 e agora volto a afirmar o mesmo... 2012 foi o melhor de sempre. Qual a probabilidade disto acontecer??? A trabalhar numa escola formidável com alunos inesquecíveis, foi muito bom dar secundário. Começar o ano com espectaculos como Lago dos Cisnes, passar pelo Primavera Sound para ouvir as minhas bandas favoritas e até DCode Fest em Madrid. Pelo caminho vi bandas como Kings of Conveninece, Yann tiersen, Beach House, M83, XX, Sigur rós e até ganhei um abraço de um do vocalista dos Kings of Convenience... não correu mal! Viagens????? Ui, incomparável. Com 80h de voo num ano, incontáveis viagens a Madrid, mas a mais aguardada era mesmo Ásia... mais de 3 semanas pelo Vietnam, Malásia e Tailândia. Percorrer o delta de Mekong, andar misturada na rua com monges em Bangkok, subir as Petronas, ir a Halong Bay, fazer praia num dos mais fantásticos locais do planeta... uau! Por vezes olho para trás e penso se fui mesmo eu que andei por lá. Duas semanas depois, mais uns dias pela ilha de Mallorca. Mês seguinte, Suiça... Genebra, Berna e Annecy na França. Mês seguinte.... Paris. Pois, olho para isto e penso que sou mesmo uma grande felizarda... e sou. Costumo dizer que sou das pessoas mais felizes do planeta, e digo isto conscientemente. Uns dizem que a sorte é mesmo isso... sorte, outros dizem que a sorte procura-se. Talvez no meu caso seja um pouco de ambas as circunstâncias. Digamos que precisamos de sorte nas oportunidades que aparecem... o resto, são opções individuais. Acho que tenho feito boas opções. Início de 2013... que esperar? Pois, não há resoluções de ano novo. Começar o ano sem emprego é desde já uma novidade, logo terei de fazer alterações na minha tão perfeita vida. Pois bem, este ano começa então com uma profunda e lenta reflexão que tenho a certeza irá transformar uma vez mais a minha vida... o importante é sermos nós a traçar o futuro com as ferramentas que possuímos. A verdadeira questão que se põe é: Clara, o que queres tu de 2013? Acho que tal como 2010, a palavra do ano será... mudança (será de país????). d

sábado, 25 de agosto de 2012

Agosto dos emigrantes


Depois de dois convites, decidi aceitar o desafio, assim cá vai meu primeiro artigo para um conceituado blog fafense.




Permitam-me que comece por explicar que, independentemente do número de textos que aqui forem publicados em meu nome, farei questão de enaltecer as qualidades desta bela cidade que considero como o meu lar. Mais do que o local onde habito, mais do que o local onde nasci, é verdadeiramente o meu lar. Para questões políticas ou de problemas que eventualmente surjam na cidade, entendo que existem pessoas bem mais informadas do que eu, e deixo então essas crónicas aos competentes da matéria.

Agosto, se para muitos é apenas sinónimo de férias, para todos os fafenses também representa emigrantes.  Para muitos implica uma maior confusão nas estradas, nos supermercados, nas ruas e o caos total nas feiras semanais.  Principalmente a língua francesa faz competição com a língua de Camões nos passeios, a cidade ganha movimento como só este mês conhece, os cafés ficam lotados, a vida noturna agitada e em todo este cenário os comerciantes e empresários ficam  agradecidos.

Há no entanto o outro lado, a genuína faceta de quem parte para terras longínquas e regressa durante umas semanas ao local que chamam “a terra”. Sim, porque passam anos a viver em países distantes, criam famílias e grupos de amigos, mas para todos, esta é a terra onde o coração diz que pertencem.
Atravessamos um período a que chamam de “novos emigrantes”, jovens bem formados que procuram uma qualidade de vida e reconhecimento que infelizmente o nosso país não proporciona, mas não é destes que falo. Falo sim, da geração que partiu em décadas passadas e que se concentra essencialmente em França e Suíça, onde lá mesmo criaram comunidades portuguesas para enganar as saudades. Estes emigrantes, que enchem a mala do carro de sacos e bagagens, que atravessam países atolados num carro, que passam dias, semanas ou meses a contar os dias para regressarem a Fafe . Regressar a Fafe... regressar à casa que conta muitas vezes toda a história de uma infância longínqua,  abraçar saudosamente a família que por cá fica, sentar pela primeira vez na mesa para ser servido um jantar especialmente feito para quem chega de uma longa viagem, ir à igreja da aldeia e ouvir uma missa na língua materna, entrar no café e rever as caras conhecidas e pedir o primeiro café. Isto é a maior compensação que um emigrante pode ter, isto é o verdadeiro regresso.

O tempo passa a voar para quem tem os dias contados e depressa começa a aproximar-se o dia da partida. O transito na cidade começa a regressar ao fluxo normal, o número de pessoas das ruas diminui e a cidade começa a perder a energia que a acompanhou nas últimas semanas. Despedem-se com um “até para o ano” e a cidade responde “assim será, cá ficarei à espera”.

Hoje, ao fazer a autoestrada de Fafe para o interior do país, foi notória a quantidade de automóveis com matrículas francesas pelas quais passei, e não consegui deixar de imaginar a tristeza com que muitas dessas pessoas regressam ao país onde trabalham. Perdão, elas não regressam a esses países, elas vão para esses países, porque o verdadeiro regressar, regressam ao nosso, e regressam a Fafe, à terra...

A todos que irão embarcar em milhares de quilómetros pelo asfalto, só posso desejar o seguinte: Façam boa viagem.

Clara Magalhães

PS: Apesar de viver em Fafe, por vários motivos ausento-me da cidade por períodos de tempo significativos, embora nada comparável a estes emigrantes. Ainda assim,  não consigo de esboçar um sincero sorriso quando chego à minha terra, seja quando venho na estrada que liga a Guimarães e avisto o monte de Santo Ovídio tão familiar ao meu ser, seja quando regresso pela autoestrada e vejo a sinalização a indicar “Fafe”. Se me comovem estes pequenos regressos, a um emigrante deve ser uma sensação colossal. Dito isto, fica aqui o meu sincero agradecimento por voltarem todos os anos, mas acima de tudo, pela coragem de quando partem.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Quote from Da Vinci

Uma frase do meu génio e visionário de eleição. Compreendo toda a plenitude da frase e assino por baixo. Há quem goste de andar pelas montanhas, praias ou pelos campos, quem goste de nadar... Eu? Eu gosto de tudo isso... mas adoro voar...
"When once you have tasted flight, you will forever walk the earth with your eyes turned skyward, for there you have been, and there you will always long to return."
 Da Vinci


sábado, 21 de abril de 2012

Rally Portugal

Quem nasceu em Fafe cresceu com o som dos motores a varrer os montes de Fafe. Retirar o rally do seu apogeu em Portugal, foi um duro golpe, mas felizmente, voltou para matar as saudades. Mochila às costas, monte acima madrugada dentro, horas de espera, toneladas de pó... mas com um enorme sorriso a rasgar a cara.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Uma frase

Viajar é como ler um livro, quem não viaja só lê a primeira página!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

World Press Photo 2011

Crónica



A abundância do sorriso explicada a sisudos convicto

O sorriso fácil divide opiniões. Há os que gostam, há os que não gostam. Do que eu não gosto, enquanto regular praticante do sorriso, é que lhe chamem «fácil». Nos dias que correm, sorrir abundantemente por convicção será talvez das coisas mais difíceis de fazer. Não porque a vida vai mal (o que será bom argumento para a falta de sorriso, mas melhor argumento ainda para a absoluta necessidade de um), mas por causa do mau nome que lhe foi sendo imposto. Pouco o vamos encontrando pelas ruas, nas fotos de revistas, na televisão. Segundo os padrões contemporâneos, sorrir é pouco estiloso. Sorrir retira credibilidade e respeito. «Muito riso, pouco siso» continua a aplicar-se, apesar da aparente contradição na utilização de um dito antigo para justificar uma crença moderna. Quem sorri muito é olhado com desconfiança pelos defensores da sisudez institucional e instituída. Provavelmente porque intuem que existe um complexo mundo de significados para os diversos sorrisos dados, consoante o contexto em que ocorrem, cuja compreensão lhes escapa. O que ainda não perceberam é que utilizá-los de forma sábia é uma demonstração não apenas de simpatia mas de inteligência emocional também. Os sorrisos são tão eloquentes quanto as palavras e abreviam a comunicação, evitando mal-entendidos ou mesmo possíveis confrontos. O sorriso que é oferecido a alguém quando duas pessoas esbarram uma na outra na rua procura contrariar o impulso para o insulto. Não poderá nunca ser metido no mesmo saco daquele que é oferecido a alguém que nos segura a porta para entrarmos, ou que nos entrega as chaves que caíram no chão. São dois sorrisos completamente diferentes. O primeiro é utilizado para pedir desculpa, o segundo, para dizer «obrigado». Um sorriso sacado no momento certo faz toda a diferença. Quando tropeçamos ou fazemos algum disparate em público, é imperativo que saquemos prontamente do sorriso «vejam como eu consigo rir de mim próprio», que frustrará qualquer tentativa de humilhação pública intentada por terceiros. A crença moderna de que os sorridentes compulsivos serão assim a atirar para o choninhas e de que os carrancudos é que são pessoas de fibra pode revelar-se chata, porque precisando de pedir favores e de aborrecer alguém com uma conversa que não interessa para nada, escolhe-se o tipo que sorri para nós e não o tipo que está com cara de poucos amigos. Mas até isto pode ser transformado numa vantagem, pois assim andamos muito mais bem informados acerca de tudo o que nos rodeia, requisito indispensável ao sucesso das venturas próprias. Nada mais longe da verdade, portanto, achar-se que sorrir muito é sinal de subserviência. Andar por esta vida com um sorriso nos lábios é o derradeiro acto de provocação à tendência sorumbática generalizada. Diria mesmo que será um acto de rebelião muito maior do que professar o já muito batido ar blasé. Há lá coisa mais poderosa do que enfrentar as críticas ou os insultos com um belo sorriso de «a mim não me afectas tu» nos lábios? É claro que esta filosofia de vida sorridente terá de ser aplicada com a devida ponderação, pois a linha que separa o sorriso cheio e contagioso do sorrisinho amarelo e parvo é muito estreita, mas é tão estreita quanto a linha que separa o ar de seriedade do ar de enjoadinho das dúzias. O truque para se apresentar uma expressão facial que denote naturalidade e não impostura é, precisamente, utilizá-la quando nos apetece e não por imposição social. Já há tanta coisa que nos vai ficando vedada aos quereres, era o que faltava termos de sujeitar um bom sorriso rasgado à ditadura das faces.

Ana Bacalhau

sábado, 28 de janeiro de 2012

sábado, 7 de janeiro de 2012

I´m free

Now repeat after me... I AM FREE.

Caderno

Perco-me com estas coisa, e por este caderno fiquei totalmente encantada. E para completar o mimo, um estojo de desenho.



Lennon

Palavras corretas.

Moeda ao ar

Reflexão 2011

E assim passou mais um ano. Depois de um inesquecível 2010, seria difícil, à partida repetir a dose, mas a verdade é que aconteceu...

Coisas a guardar deste ano transato:

- Passei de um ano inteiro a dar aulas em Nisa, para um mês no Cacém, onde tive a oportunidade de viver na lindíssima cidade de Sintra e aproveitar tudo o que de bom tem Lisboa e os arredores. Sorte também nos colegas de casa que encheram de boa disposição e divertimento a minha curta estadia. Dois dias depois já estaria novamente colocada, bem mais perto em Paços de Ferreira numa escola com umas condições como nunca tinha visto antes, com colegas e alunos fantásticos. A parte menos boa é que é temporariamente, mas enquanto durar... ótimo! Depois, logo se vê.
Durante este ano ainda tive a oportunidade de aparecer na TV e por 2 vezes no jornal da região graças a um projeto que estava a desenvolver na escola.

- Troca de carro. Não foi por opção, foi mesmo por necessidade. O conforto é incomparável, tal como o gasto, mas o meu antigo bolinhas ficará sempre na memória com muito carinho.

- Este ano foi muito pobre em concertos. Para ser sincera, acho que o unico que me ficou mesmo na memória foi Angus e Julia Stone que vi sozinha em Madrid. Mas não lamento, perdi concertos, mas ganhei viagens.

- O melhor presente de aniversário, oferecido pelo Pedro: Uma viagem a Roma. Se viajar é das coisas que mais gosto, ir a Roma é incrível, se for com o Pedro torna-se uma memória guardada com muito carinho.

- Agosto à porta e mochila pronta para a maior aventura de viagens até agora. De locais paradisíacos até pesadelos noturnos. Dubrovnik (Croácia), Mostar e Sarajevo (Bósnia), Nis (Sérvia), Sófia, Burgas, e Sozopol (Bulgária), Istambul (Turquia) e Berlim (Alemanha). Uma travessia pelos Balcãs inesquecível. Uma grande... grande aventura para ser feita com a única pessoa que conheço que era capaz de se meter numa viagens desta comigo. Foi simplesmente inesquecível, além de que Istambul no ramadão é uma experiência única.

- Uma semana depois de chegar, já tinha malas prontas para partir novamente... Genebra. Com uma simpatia e anfitriã descomunal, os dias passados tanto na margem do lado, como pelo lado acima foram incríveis. Encontrei a cidade com as paisagens mais bonitas que vi até hoje, Monteux e comi um almoço divinal em Yvoire, na França que jamais esquecerei.

- Três amigos casaram, Lisa, Zeca, e André, tal como uma prima, a Tania. Duas amigas tiveram filhores, Raquel e Maria, enquanto que outras duas esperam os seus rebentos, Lisa e Diana.

- Continuo com as pessoas importantes da minha vida todas de boa saúde... e clichés à parte, isto sim é o importante.

- Mesmo antes de terminar o ano, recebi um presente que já é um bom presságio para o próximo ano, um bilhete geral para o Primavera Sound Fest.

Vistas assim as coisas, parece que o ano correu muito bem, mas tenho de pensar também nas partes menos boas. Pois!!!! Elas existem, mas se não pensarmos nelas, se as ignorarmos acabamos por esquecer, e o que fica retido na memória são apenas as coisas agradáveis. E assim se faz uma pequena batota para tornar a nossa vivência mais agradável, simples e leve.

Finalmente, uma palavra vai ganhando dimensão no meu vocabulário e modo de vida... simplicidade. Foi o ano em que me esforcei para viver de uma forma simples. Cortei com hábitos antigos, com despesas e com rotinas. Aprendi a reinventar, aprendi a ser menos consumista. Conclusão: Não sinto que tenha perdido alguma coisa, pelo contrário, passei a ter outras prioridades. E cheguei a uma grande conclusão "As coisas na vida são para usufruir, não para possuir", lá está... a simplicidade!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Pasta


Quem me conhece sabe que tenho um grande fraquinho por objetos antigos. Para mim um objeto de valor não é o que custa muito dinheiro, mas é aquele que tem história. Depois da minha antiga pasta romper, adquiri uma que já andava de olho há anos... sim anos. Era a antiga pasta de uma prima que sempre adorei e ontem em conversa isso veio à baila e à noite já a tinha comigo. Um pouco velha, não fossem os seus mais de 20 anos de uso, mas nada que uma boa polidela não arranjasse. E assim, reutiliza-se um objeto, que para mim é um mimo. E no fim, possuo aquilo que tanto adoro, que é aliar algo antigo com tecnologia.
E pronto, na pasta antiga vai um mac no interior, com um iPod ao lado da caneta de aparo que não largo... Love it!

domingo, 13 de novembro de 2011

Caffé Noir

Domingo chuvoso, uma das melhores amigas, Paulinha e lanche num dos locais mais catitas que conheci nos últimos tempos, o Caffé Noir, ao lado da Sé de Braga. Quem quer um sítio acolhedor, com decoração retro, calmo e com boa musica, não precisa de procurar mais...

domingo, 6 de novembro de 2011