Um filme genial. Se fosse actual diria fantástico, com 40 anos, cheio de cenas transcendentes... só me ocorre mesmo uma palavra... genial.
Súbita sensação de realização ou compreensão da essência de algo. Pensamento inspirado e iluminante que parece ser divino. Ficam aqui as minhas epifanias...
domingo, 6 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
O último catão

De Matilde Asensi, que segundo li, é a escritora espanhola que mais vende neste momento, este livro comprova o porquê desse facto. Gosto de livros que me façam correr para casa para poder pegar nele e ler páginas durante horas seguidas. Este livro, considerado romance e policial pega numa pista... um etíope morto com estranhas marcas no corpo e acaba numa aventura cheia de mistérios sempre acompanhada pela "A Divina Comédia" de Dante.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Frustração
Não costumo escrever sobre frustrações do dia a dia, muito menos quando estas estão relacionadas com o emprego, mas hoje aconteceu um episódio muito revoltante entre mim, a professora mais nova da escola, e o professor com mais anos de carreira. As razões não são para aqui chamadas nem o episódio em si. Ao final da tarde saí da escola como uma pilha de nervos, mas agora já estou bem mais calma e até me rio com a situação. Felizmente cruzo-me com pessoas com este carácter poucas vezes na vida, daí não conseguir lidar muito bem com a situação. Mas tudo isto para dizer o quê? Que estou a 400km de casa, e mesmo assim os meus amigos conseguiram arrancar-me verdadeiras gargalhadas e sorrisos com a respectiva situação. Sou ou não sou uma grande felizarda? Quanto ao sujeito em questão... só tenho a lamentar que, ou por questões de carácter natural ou por vivências, se tenha tornada assim. Espero eu, jamais me deixar vencer pela frustração e amargura ao invés dos princípios de bom carácter.
E nunca... nunca... alguém me irá convencer que não estou a fazer um bom trabalho, quando em plena consciência sei que o faço bem... muito bem. E se porventura fico desmotivada, a Direcção da Escola e os alunos diariamente me convencem que escolhi a profissão certa.
Termino por dizer que a humildade, o respeito, a amizade e a busca constante pelo conhecimento são pilares essenciais para alguém que se coloque em frente a uma turma. Mais importante que o conhecimento que transmitimos, são os valores, perseverança, responsabilidade e princípios que passamos para eles.
E nunca... nunca... alguém me irá convencer que não estou a fazer um bom trabalho, quando em plena consciência sei que o faço bem... muito bem. E se porventura fico desmotivada, a Direcção da Escola e os alunos diariamente me convencem que escolhi a profissão certa.
Termino por dizer que a humildade, o respeito, a amizade e a busca constante pelo conhecimento são pilares essenciais para alguém que se coloque em frente a uma turma. Mais importante que o conhecimento que transmitimos, são os valores, perseverança, responsabilidade e princípios que passamos para eles.
Os filhos da mãe
Um livro que abri por volta das 13h30m e na hora do lanche já estava lido. Os filhos da mãe é de Rita Ferro (confesso que foi a primeira vez que li algo desta autora) e conta a história de uma família surreal. O livro acima de tudo dá para rir... rir muito com tanta estranheza à volta de uma família tudo menos equilibrada. Desde os nomes que a autora decidiu dar às personagens: o Pai, a Mãe, o Mais Velho, o Segundo, os Gémeos, a Anã, o Escritor e a Cuba, até aos animais de estimação da casa... ratazanas, com direito a nomes... Um livro para passar uma fria tarde descontraída sentada no sofá.
Os diários secretos de Adrian Mole
Comecei o ano com uma vontade imensa de ler... depois de 3 volumes de Harry Potter, seguiu-se uma sugestão da simpática bibliotecária "Os diários secretos de Adrian Mole". Nunca ouvi falar destes livros, mas após uma rápida pesquisa na internet descobri que é um grande sucesso a nível mundial. Como o próprio nome indica, a colecção fala do dia a dia do Adrian, primeiro criança, depois adolescente até chegar à idade adulta, com todas as alegrias e delírios de qualquer pessoa. Uma peripécia de acontecimentos e fácil leitura, tornam esta colecção interessante e rápida de ler.
Max & Mary
A crítica diz: "Uma das mais notáveis longas-metragens de animação dos últimos anos , assinada por Adam Elliott." E é bem verdade... Aconselhável a qualquer idade.
Harry Potter
Sim... gosto de Harry Potter, ou melhor, adoro este pequeno feiticeiro. Desde o primeiro livro que li, algures em 1999, muito antes de se ter tornado este fenómeno, que me desmanchei a rir com todos os novos objectos e novo mundo que se abria perante cada página do livro. Na altura não imaginei que se tornasse do fenómeno colossal em que pouco tempo depois se tornou. Tenho de admitir que, além de todo o furor, é admirável que alguém conseguisse que os miúdos deixassem os pc e Tv para ler um livro.
Pois bem, um bom tempo depois de fechar o volume 4, decidi que tinha de completar a colecção. Um cartão na biblioteca de Nisa e 3 volumes debaixo do braço. Numa semana em que praticamente dei aulas e li livros, consegui descobrir o final. Praticamente não fazia mais nada, acho que não liguei a Tv uma única vez nessa semana. Mas valeu a pena, aquele mundo é literalmente mágico.
Pois bem, um bom tempo depois de fechar o volume 4, decidi que tinha de completar a colecção. Um cartão na biblioteca de Nisa e 3 volumes debaixo do braço. Numa semana em que praticamente dei aulas e li livros, consegui descobrir o final. Praticamente não fazia mais nada, acho que não liguei a Tv uma única vez nessa semana. Mas valeu a pena, aquele mundo é literalmente mágico.
Where the wild thigs are
Um filme de Spike Jonze baseado no livro infantil de Maurice Sendak. Se o livro é dedicado às crianças, o filme é tanto para adultos como para crianças. O que mais me impressionou no filme foi o fenomenal desempenho de Max Records, um miúdo agora com 13 anos que deu vida à principal personagem do filme. Se justiça houvesse, e apesar da tenra idade, este miúdo estaria nomeado para um Óscar.
Lisboa
Passagem de ano em Madrid, primeiro fim de semana do ano em Lisboa. Confesso que as vezes que fui à capital do nosso país, não deu para conhecer verdadeiramente a cidade. Tinha uma grande lacuna, uma vez que conheço algumas capitais europeias e não conhecia bem a minha própria capital. Pois bem, feita turista de mapa em punho, com uma companhia fantástica ao lado, lá fui descobrir os recantos de Lisboa. Durante um fim de semana, olhei para a cidade com olhos de quem pela primeira vez descobria alguns recantos, e a conclusão a que cheguei é que Lisboa é uma cidade encantadora, impossível a qualquer turista ficar indiferente. Do Marquês do Pombal, ao Rossio, Baixa Pombalina, bairro de Alfâma ao S. Jorge e finalmente Bairro Alto. É uma cidade de luz e cheia de vida. Ouvir fado enquanto se janta é qualquer coisa indescritível... O fado é nosso... muito nosso... Parece que estes poucos dias passaram a voar, e muita coisa ficou por ver, outros locais que porventura já conhecia relativamente bem, tal como o Parque das Nações e Belém. Tirando partido de publicidade posso dizer "Vá para fora cá dentro" e Lisboa sem dúvida é um óptimo destino.
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